Estamos entrando na era do Vibe Coding, uma tendência onde o desenvolvimento de software deixa de ser uma batalha contra a sintaxe para se tornar uma conversa conceitual com a Inteligência Artificial. Eu analisei como ferramentas como o Cursor e o Claude 3.5 Sonnet estão permitindo que “programadores de vibração” criem aplicações complexas apenas descrevendo ideias e corrigindo bugs através do diálogo.
No entanto, essa agilidade impressionante traz desafios cruciais para o ecossistema corporativo. Embora democratize a inovação, o Vibe Coding levanta alertas sobre a segurança cibernética, a qualidade técnica do que é gerado e o risco de criarmos sistemas “caixa-preta” que ninguém na empresa realmente entende como manter. É uma revolução na produtividade, mas que exige uma nova camada de governança para não transformar a agilidade em dívida técnica técnica impagável.
Exame / Baguete
https://www.baguete.com.br/noticias/vibe-coding-o-novo-jeito-de-criar-software


