Estamos vivendo uma transição onde a inteligência artificial deixa de ser apenas uma ferramenta de produtividade para assumir papéis estratégicos em cargos de gestão. Mas até onde vai essa autonomia?
Neste texto, exploro como algoritmos já estão tomando decisões críticas — desde contratações até a alocação de recursos — e o impacto direto disso na cultura organizacional. Analiso o equilíbrio delicado entre a eficiência da máquina e a ética humana, questionando se estamos prontos para ser liderados por códigos ou se a “liderança artificial” deve permanecer sob o controle rigoroso da supervisão humana. É uma leitura essencial para entender o futuro das corporações.
Exame
https://exame.com/bussola/lideranca-artificial-ate-que-ponto-as-ias-possuem-autonomia-de-poder


